Curso de Educação Financeira para você não errar!

De 0 a 10, quanto você daria para seu nível de conhecimento em finanças? Para quem tem entre 18 e 24 anos, a média é 6,1, segundo o Indicador de Educação Financeira (Indef), da Serasa Experian, divulgado em março. Mas para adolescentes de 16 e 17 anos, a nota cai para 5,7. A pontuação baixa se dá por despesas maiores do que receitas no último ano. Em ambas as faixas de idade, o desempenho em saúde financeira foi pior do que o registrado na última pesquisa realizada pelo Serasa, em 2015, quando jovens de 16 e 17 anos obtiveram 6,1; e de 18 a 24 anos, 6,2.

“Houve um avanço substancial, mas a necessidade de educação financeira ainda é muito grande. É preciso alfabetizar os brasileiros financeiramente”, diz o economista e colunista do Estadão Fábio Gallo, que é coordenador dos cursos oferecidos pela Fundação Getulio Vargas (FGV). “Praticamente não há distinção de conhecimento entre jovens, adultos e idosos.”

Matheus Torrente, de 25 anos, é oficial temporário da Aeronáutica em Rondônia e fez a distância o curso de educação financeira da Dsop no início do ano. “Eu não tinha conhecimento suficiente para buscar um investimento que me garantisse a aposentadoria. Como oficial temporário, não recolho INSS e preciso pensar em uma aposentadoria sustentável”, diz Torrente. “Com o curso, consegui me programar e montar uma carteira de longo prazo.”

Para você aprender mais sobre educação financeira, economia e finanças pessoais, separamos cursos gratuitos online e de curta duração, oferecidos por importantes instituições financeiras e educacionais. Escolha o seu:

1. Banco Central

Curso: O Banco Central tem um portal dedicado à educação financeira com treinamentos e vídeos. O curso Gestão de Finanças Pessoais inclui aulas de planejamento de orçamento e mostra como lidar com crédito e endividamento. Entre no site do Banco Central para acessar o curso: http://www.cidadaniafinanceira.bcb.gov.br/edasuaconta/#!/curso.
Custo: Gratuito
Duração: 20 horas
Como fazer: As turmas são limitadas a 500 pessoas. A inscrição é online e o aluno tem 30 dias para finalizar as aulas.

2.  B3

Curso: A B3, bolsa brasileira, oferece o curso Finanças Pessoais e Investimentos em Ações, que se divide em duas partes. A primeira é sobre planejamento financeiro e valor do dinheiro. Na segunda, é possível saber como funciona a bolsa e como criar estratégias de investimento. São 13 aulas divididas em vídeos curtinhos, de até 3 minutos. No fim de cada aula, há um quiz para testar os conhecimentos. Para mais informações, entre no site do Veduca: http://veduca.org/p/financas-pessoais-e-investimentos-em-acoes
Custo: Gratuito
Duração: 15 horas
Como fazer: Para acessar as aulas é preciso se inscrever no site Veduca, uma plataforma que reúne cursos de diversas instituições.

3. CVM

Curso: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) oferece três cursos em seu site: Educação Financeira para Jovens, Matemática Financeira Básica e Poupança e Investimento. Entre no site da CVM para ver os cursos.
Custo: Gratuito
Duração: 15 horas
Como fazer: Para realizar os cursos, é necessário se cadastrar no site da CVM Educacional, em http://cursos.cvm.gov.br. Em todos os módulos há aulas, exercícios e uma planilha de organização financeira disponível para os alunos.

4. ENEF

Curso: A Estratégia Nacional de Educação Financeira desenvolveu o curso Finanças sem Segredos. São quatro módulos, que abordam de questões de orçamento doméstico a conteúdos de economia do Brasil e do mundo. Acesse o portal da Enef para fazer o curso: http://ead.vidaedinheiro.gov.br.
Custo: Gratuito
Duração: 10h
Como fazer: É preciso se matricular no site Vida e Dinheiro para ter acesso às videoaulas e às apostilas de apoio. Ao final, o aluno recebe um certificado de conclusão.

5. FGV

Cursos: A FGV oferece cinco cursos gratuitos: como organizar o orçamento familiar; como planejar a aposentadoria; como gastar conscientemente e como fazer investimentos, módulos básico e avançado. Após assistir ao conteúdo, o aluno realiza um teste de dez questões, com nota mínima de 7. As aulas acontecem por meio de 95 slides animados, com vídeos e testes. Entre no site da FGV, em: http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos
Custo: Gratuito
Duração: Os cursos variam de 8 a 12 horas.
Como fazer: É possível fazer o curso sem cadastro, acessando diretamente o conteúdo. Mas para aqueles que quiserem uma declaração da FGV ao término das aulas, vale a pena realizar o cadastro.

6. Senado

Curso: O Senado Federal tem o curso Economia Descomplicada, que apresenta grandes questões econômicas do País, como renda nacional, nível de emprego; nível de preços; consumo; poupança; exportações e investimentos totais. Para saber mais, entre no portal: http://saberes.senado.leg.br/course/index.php?categoryid=127.
Custo: Gratuito
Duração: 50 minutos
Como fazer: É preciso fazer um cadastro no site de educação do Senado e se inscrever no curso. Os temas são apresentados por meio de sete videoaulas.

7. Tesouro Direto

Curso: O Tesouro Nacional apresenta três cursos sobre o tesouro direto: iniciante, intermediário e avançado. Há um panorama sobre os principais títulos pré e pós-fixados, como comprar títulos e como montar uma carteira diversificada, por exemplo. Entre no site do Tesouro Direto para acessar os cursos: http://www.tesouro.gov.br/-/curso-do-tesouro-direto.
Custo: Gratuito
Duração: indeterminada
Como fazer: Há dois modos de fazer o curso: na plataforma online ou baixando o conteúdo em PDF. Quem faz online tem direito a um certificado oficial de participação.

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Entre o Clássico e o Pop: Sua Estante Financeira

Para você entender melhor como administrar suas contas, controlar seus gastos, fazer seu investimento render e até mesmo como funciona a economia mundial, selecionamos, entre dicas de especialistas e mais vendidos das livrarias, livros que podem lhe ajudar a se relacionar melhor com o dinheiro. Conforme seu interesse, escolha sua próxima leitura abaixo nas categorias conhecer, ganhar, gastar e investir.

Conhecer

Obra: A cabeça do investidor
Autor: Vera Rita de Mello Ferreira
Editora: Évora
Preço: R$ 48,90
Sinopse: O livro tenta decifrar como as emoções influenciam as crises econômicas e o funcionamento dos mercados. Com base em dados de pesquisas científicas, em linguagem acessível, a obra mostra como a psicologia tem a ver com o processo de decisão em finanças.

Obra: A GRAÇA DO DINHEIRO
Autor: Robert Mankof
Editora: Zahar
Preço: R$ 61,90
Sinopse: Nessa obra, Mankof aborda a história econômica do século 20 por meio de charges da revista New Yorker. O livro traz mais de 400 cartuns sobre acontecimentos, neuroses e modismos que permearam o mundo financeiro entre 1925 e 2009.

Obra:COMO SE FOSSE DINHEIRO
Autor: Ruth Rocha
Editora: Salamandra
Preço: R$ 39,90
Sinopse: Quem nunca ganhou uma bala de troco? Uma das maiores escritoras de literatura infantil, Ruth Rocha trata da diferença entre uma bala e uma moeda a partir da história divertida de Catapimba.

Obra: DESCOMPLICANDO A ECONOMIA DO SÉCULO XXI
Autor: Randy Charles Epping
Editora: BEI Editora
Preço: R$ 56,00
Sinopse: Escrito em linguagem simples e não acadêmica, a ideia do livro é levar uma visão geral da economia mundial ao público leigo. No fim de cada capítulo, traz um quadro com explicações de conceitos econômicos.

Obra: DINHEIRO COMPRA TUDO?
Autor: Cássia D’aquino
Editora: Moderna
Preço: R$ 37,90
Sinopse: A educadora financeira Cássia D’aquino trata de curiosidades, mitos e verdades sobre o dinheiro, desde seu processo de fabricação. Com linguagem simples, o livro traz anedotas, truques de mágica e atividades.

Obra: ECONOMÊS EM BOM PORTUGUÊS
Autor: Equipe do blog Por Quê?
Editora: Portfolio/Penguin
Preço: R$ 35,90
Sinopse: Com informações de fácil compreensão, os economistas do blog Por Quê? traduzem o economês para o português, ou seja, explicam de forma direta e simples conceitos econômicos.

Obra: ECONOMIA – MODO DE USAR
Autor: Ha-Joon Chang
Editora: Portfolio/Penguin
Preço: R$ 49,90
Sinopse: Chang apresenta uma variedade de teorias econômicas, com histórico profundo. De forma irreverente, o autor explica como realmente funciona a economia global e como isso tem impacto no seu cotidiano.

Obra: ECONOMIA MUNDIAL PARA INICIANTES
Autor: Randy Charles Epping
Editora: BEI Editora
Preço: R$ 55,00
Sinopse: Em 64 perguntas e respostas, o autor explica os conceitos básicos da economia e a sua relação com situações cotidianas. No fim, o livro traz um glossário dos termos mais usados na economia.

Obra: ECONOMIA NA PALMA DA MÃO
Autor: Carlos Eduardo Gonçalves e Bruno Cara Giovannetti
Editora: Benvirá
Preço: R$ 24,90
Sinopse: Os autores traduzem o economês de forma clara e divertida, explicando todos os conceitos que afetam a economia, de câmbio fixo a PIB.

Obra: ECONOMIA NUA E CRUA – O QUE É, PARA QUE SERVE, COMO FUNCIONA
Autor: Charles Wheelan
Editora: Zahar
Preço: R$ 54,90
Sinopse: Traduzindo os jargões de economistas, o livro explica o impacto das atividades práticas dos cidadãos na economia de um país. Sem gráficos, tabelas ou equações, a obra explica o funcionamento da economia com linguagem simples.

Obra: ECONOMIA PARA LEIGOS
Autor: Sean Masaki Flynn e Peter Antonioni
Editora: Alta Books
Preço: R$ 64,90
Sinopse: A proposta do livro, como já diz seu título, é traduzir a economia para não especialistas. Oferece uma noção do funcionamento da economia, das principais teorias e princípios, e procura descomplicar a terminologia.

Obra: EDUCANDO SEU BOLSO
Autor: Daniel Meinberg, Ewerton Veloso, Frederico Torres, Leandro Novais e Lívia Senna
Editora: Gutenberg
Preço: R$ 22,90
Sinopse: O livro reúne 48 textos de especialistas em educação financeira, com linguagem descontraída e orientações para planejar o futuro.

Obra: O LIVRO DA ECONOMIA – AS GRANDES IDEIAS DE TODOS OS TEMPOS
Autor: Vários autores
Editora: Globo Editora
Preço: R$ 33,40
Sinopse: Escrito por um grupo de economistas, professores, jornalistas e analistas financeiros, o livro apresenta as principais teorias que pautaram o pensamento econômico. A obra aborda a história das principais crises econômicas e da história da sociedade.

Obra: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ECONOMIA
Autor: George Buckley e Sumeet Desai
Editora: Fundamento
Preço: R$ 26,90
Sinopse: Decifrar os jargões e conceitos da economia de forma lógica é o objetivo de Buckley e Desai nesta obra. O livro apresenta uma introdução básica da economia, para permitir que o leitor acompanhe as notícias de jornal.

Obra: TER DINHEIRO NÃO TEM SEGREDO
Autor: Reinaldo Domingos
Editora: DSOP EDUCAÇÃO FINANCEIRA
Preço: R$49,90
Sinopse: Obra com informações para os primeiros passos da vida financeira de um jovem. O livro mostra a importância de tomar as decisões certas em relação ao dinheiro.

Obra: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ECONOMIA
Autor: Alfred Mill
Editora: Gente
Preço: R$ 20,90
Sinopse: Com lições práticas, o livro mostra como a sociedade aloca seus recursos para obter o máximo benefício. De temas universais da economia a finanças pessoais, a obra ajuda a entender a economia como um todo.

 Ganhar

Obra: DINHEIRO: OS SEGREDOS DE QUEM TEM
Autor: Gustavo Cerbasi
Editora: Sextante
Preço: $34,90
Sinopse: O livro traz dicas de como conquistar e manter a independência financeira, equilibrando as contas e fazendo economias disciplinadas começando agora. Há um teste para você descobrir o seu perfil financeiro e aplicar os conselhos de acordo com suas necessidades. Cerbasi mostra que o caminho para a riqueza depende mais das decisões tomadas pelas pessoas no cotidiano do que do acúmulo de bens
Obra: GANHAR, GASTAR, INVESTIR
Autor: Denise Damiani e Cynthia de Almeida
Editora: Sextante
Preço: R$ 35,90
Sinopse: O livro apresenta histórias de sucesso e ferramentas para finanças de mulheres anônimas e famosas, e ajuda a leitora a ganhar mais, gastar menos e investir com inteligência. A obra também trata de questões delicadas femininas e que podem impactar seu sucesso financeiro.
Obra: JOVENS COM ATITUDE ENRIQUECEM MAIS RÁPIDO
Autor: Jack Canfield e Kent Healy
Editora: Universo dos Livros
Preço: R$ 29,90
Sinopse: Com linguagem divertida, Canfield e Healy reúnem informações e inspirações baseadas em bilionários como Mark Zuckerberg, Larry Page ou Jack Dorsey para ajudar os jovens a alcançar o sucesso. O livro inclui 20 das mais importantes estratégias criativas e simples usadas por empreendedores que não dispunham de capital próprio para investimento.
Obra: ME ACORDE QUANDO EU ESTIVER RICO!
Autor: Fábio Alves
Editora: Alta Books
Preço: R$59,90
Sinopse: Poupar e investir não é uma tarefa fácil. Em tempos de crise, exige ainda mais disciplina e planejamento. A partir de suas próprias escolhas, o jornalista provoca os leitores a não deixarem seu futuro nas mãos do governo.  É uma proposta para o leitor assumir o controle da vida financeira e talvez até ficar rico.
Obra: OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA
Autor: T. Harv Eker
Editora: Sextante
Preço: R$ 29,90
Sinopse: O livro ensina as pessoas a enriquecer a partir de mudanças práticas nos conceitos sobre dinheiro. O autor busca explorar as crenças que as pessoas têm sobre finanças, o que molda o destino financeiro de cada um e como modificar o seu modelo pessoal para atingir a prosperidade.
Obra: PAI RICO, PAI POBRE PARA JOVENS
Autor: Robert Kiyosak
Editora: Alta Books
Preço: R$ 40,90
Sinopse: O título é o novo da série best-seller sobre dinheiro e investimento Pai Rico, Pai Pobre. A ideia aqui é começar a alfabetização financeira de adolescentes. O livro mostra como tomar decisões da mesma forma que os ricos fazem. A obra conta com quadros de perguntas e respostas e jogos para entender como o dinheiro circula e se multiplica.
Obra: PENSE E ENRIQUEÇA
Autor: Napoleon Hill
Editora: Best Seller
Preço: R$ 25,90
Sinopse: O autor acompanhou a ascensão de 500 das maiores fortunas do mundo. No livro, Hill lista as características comuns dessas histórias de sucesso, os seus segredos e fórmulas de planejamento.
Obra: QUERO FICAR RICO
Autor: Rafael Seabra
Editora: Gente
Preço: R$ 20,90
Sinopse: Qualquer um pode conquistar a independência financeira, não importa o salário. É esse o raciocínio de Rafael Seabra. O autor ensina que com disciplina e planejamento todos podem alcançar a estabilidade financeira.

Gastar

Obra: EDUCAÇÃO FINANCEIRA – UM GUIA DE VALOR
Autor: Flávia Aidar e Januária Cristina Alves
Editora: Moderna
Preço: R$ 48,00
Sinopse: O livro instrui os leitores a escolhas conscientes em qualquer circunstância da vida. As autoras instigam os leitores a ter uma consciência cidadã de seu comportamento financeiro e consumista.
Obra: DINHEIRO NÃO DÁ EM ÁRVORE
Autor: Neale Godffrey e Carolina Edwards
Editora: Jardim dos Livros
Preço: R$ 49,90
Sinopse: O livro oferece exercícios e exemplos práticos desde como desenvolver planejamento financeiro até consumo consciente para todas as idades. A obra discute consumo, comércio eletrônico e comportamento na internet.
Obra: DETOX DAS COMPRAS
Autor: Carol Sandler
Editora: Benvirá
Preço: R$ 15,90
Sinopse: A especialista em finanças pessoais Carol Sandler leva o leitor a refletir sobre o modo como gasta seu dinheiro e suas decisões de compra. O livro faz uma reflexão sobre o consumismo.
Obra: FINANÇAS FEMININAS
Autor: Samy Dana e Carolina Ruhman
Editora: Benvirá
Preço: R$ 13,90
Sinopse: A obra é voltada para ensinar mulheres reais, com planos, sonhos e dificuldades, a repensar suas atitudes financeiras e suas decisões de consumo. Traz dicas para a leitora construir uma vida financeira saudável e equilibrada.
Obra: O PRAZER DAS COMPRAS
Autor: Maria Helena Pires Martins
Editora: Moderna
Preço: R$ 48,00
Sinopse: A autora aborda a diferença entre necessidade e desejo para o consumo consciente de recursos escassos. A obra também tenta explicar os motivos que levam as pessoas a consumir em excesso.
Obra: PASSAPORTE PARA VIAJAR MAI$
Autor: Álvaro Modernell e Newton Machado
Editora: Mais Ativo$ Educação Financeira
Preço: R$ 32,90
Sinopse: Este livro auxilia a programar viagens ajustadas às suas condições financeiras. Na obra, os autores dão dicas sobre câmbio, planejamento, hospedagem, opções de viagens e como escolher o perfil da viagem mais adequada a cada momento de vida.
Obra: SAIBA MAIS PARA GASTAR MENOS
Autor: Elaine Toledo
Editora: Alaúde
Preço: R$ 15,90
Sinopse: A consultora em finanças apresenta ferramentas para os leitores desenvolverem sua inteligência financeira, com dicas para sair das dívidas, investir e tratar de sustentabilidade.
Obra: SEJA FODA!
Autor: Caio Carneiro
Editora: Buzz
Preço: R$ 31,90
Sinopse: O livro ensina os comportamentos e atitudes necessários para o leitor conquistar resultados em todos os aspectos da vida e realizar sonhos considerados impossíveis.
Obra: SOBROU DINHEIRO
Autor: Luís Carlos Ewald
Editora: Bertrand Brasil
Preço: R$ 20,90
Sinopse: Especialista em finanças pessoais, Ewald é conhecido pela participação em programas de televisão como o senhor dinheiro. Neste best-seller, o autor trata especificamente das finanças da casa e explica como administrar o dinheiro até o fim do mês com as contas no azul.
Obra: SOCIEDADE DA FORTUNA
Autor: Fabio Araujo
Editora: Mais Ativo$ Educação Financeira
Preço: R$36,90
Sinopse: Conto baseado na história de Vini e Lucas, personagens que vivem problemas financeiros comuns nas famílias brasileiras. Os jovens podem aprender com um professor alternativas para mudar a sua situação, mas para isso eles têm que superar desafios impostos pela Sociedade da Fortuna, uma sociedade secreta e misteriosa. O livro pode ser acessado gratuitamente online. O PDF pode ser aberto com um clique neste link http://www.sociedadedafortuna.com.br/Sociedade-da-Fortuna-FAAraujo.pdf
Obra: TRABALHE 4 HORAS POR SEMANA
Autor: Timothy Ferriss
Editora: Planeta do Brasil
Preço: R$ 28,90
Sinopse: O autor acompanhou por cinco anos os segredos dos novos ricos e antecipou os planos de viver a vida como milionário. O livro apresenta novas moedas de troca para levar estilos de vida luxuosos.
Obra: TEM QUE PAGAR? QUANTO CUSTA?
Autor: Álvaro Modernell
Editora: Mais Ativo$ Educação Financeira
Preço: R$ 39,90
Sinopse: Como economizar em itens relevantes de consumo individual e coletivo, como água, energia elétrica, telefone e TV a cabo. Os assuntos são abordados pela ótica financeira e do consumo sustentável. O autor também trata de tributos e gastos coletivos da sociedade.
Obra: VOCÊ PRECISA DE QUÊ?
Autor: Silmara Franco e Januária Cristina Alves
Editora: Moderna
Preço: R$ 48,00
Sinopse: A obra tenta responder por que consumimos tanto e se o consumo realmente traz felicidade. É um livro com muitas ilustrações e infográficos para levar o leitor a refletir sobre seu próprio modo de consumo.

Investir

Obra: A ÁRVORE DO DINHEIRO
Autor: Jurandir Sell Macedo Jr
Editora: Insular
Preço: R$ 9,90
Sinopse: Obra trata de finanças comportamentais, ensinando o leitor a cuidar do próprio orçamento e como investir para ter segurança financeira.
Obra: ADEUS, APOSENTADORIA
Autor: Gustavo Cerbasi
Editora: Sextante
Preço: R$ 39,90
Sinopse: Nesta obra, Cerbasi mostra que parar de trabalhar e se manter com um auxílio mensal é um conceito ultrapassado. O autor apresenta um modelo de planejamento de futuro para que o leitor não precise depender dos outros. O livro apresenta casos de fracasso e de sucesso, oferecendo conselhos sobre como investir, empreender e gerenciar a carreira para cada faixa etária.
Obra: APOSENTADA FICAVA A SUA AVÓ
Autor: Mara Luquet e Andrea Assef
Editora: Saraiva
Preço: R$ 26,90
Sinopse:Jornalistas da área financeira, Mara e Andrea auxiliam as leitoras a planejar e chegar bem (fisicamente e financeiramente) no futuro, organizando as próximas etapas de suas vidas.
Obra: CARTAS A UM JOVEM INVESTIDOR
Autor: Gustavo Cerbasi
Editora: Campus
Preço: R$ 32,90
Sinopse: Através de sua história pessoal, dos seus erros e acertos na área de finanças, Cerbasi oferece dicas aos jovens que estão começando a desbravar o mundo do dinheiro. O autor revela os tabus e dificuldades sobre o planejamento de orçamento e as mudanças no investimento nos últimos anos.
Obra: COMO ORGANIZAR SUA VIDA FINANCEIRA
Autor: Gustavo Cerbasi
Editora: Sextante
Preço: R$ 39,90
Sinopse: Logo no início, Cerbasi propõe um diagnóstico da situação atual do leitor com dados como dívida, despesas, bens, investimentos e planos para aposentadoria. Após traçar o perfil de investimento e consumo, o leitor encontra tópicos específicos sobre os melhores investimentos, como utilizar crédito, como fazer seguros e até como declarar o imposto de renda.
Obra: DESCOMPLICANDO INVESTIMENTOS
Autor: Fernando Tempel
Editora: Primavera Editorial
Preço: R$ 49,90
Sinopse: O livro é destinado ao investidor que não trabalha diretamente no mercado financeiro, mas que investe para rentabilizar seu capital. Com muitos conselhos para investidores iniciantes, Tempel ensina como obter retornos maiores e melhores no mercado financeiro brasileiro.
Obra: DINHEIRO É UM SANTO REMÉDIO
Autor: André Massaro e Conrado Navarro
Editora: Gente
Preço: R$ 29,90
Sinopse: Com proposta ousada, o livro provoca o leitor a curar sua vida financeira e não sair mais de forma. É um manual de finanças, a partir da ideia que as pessoas sentem mais medo de abrir a fatura do cartão que o resultado de um exame médico. Navarro e Massaro propõem que não precisa ser economista para ter controle dos gastos e enriquecer.
Obra: DINHEIRO SEM MEDO
Autor: Eduardo Amuri
Editora: Benvirá
Preço: R$ 19,90
Sinopse: Sabendo que os jovens chegam à vida adulta sem informações necessárias para administrar suas finanças, Amuri tenta descomplicar a relação do leitor com dinheiro.
Obra: INVESTIMENTOS – COMO ADMINISTRAR MELHOR O SEU DINHEIRO
Autor: Mauro Halfeld
Editora: Fundamento
Preço: R$ 21,90
Sinopse: Neste livro, Halfeld, especialista em finanças pessoais, dá recomendações práticas e usa casos reais para abordar como administrar e fazer com que o dinheiro se multiplique ao longo dos anos. De maneira clara e didática, o autor ensina um método para o leitor descobrir para onde está indo o seu dinheiro.
Obra: É DA MINHA CONTA!
Autor: Flávia Padoveze
Editora: Casa da Palavra
Preço: R$ 14,90
Sinopse: Neste livro, Flávia Padoveze usa sua experiência de consultora de finanças pessoais para tratar de quatro perfis distintos de mulheres, ajudando-as a encontrar o caminho para o controle financeiro.
Obra: ME POUPE!
Autor: Nathalia Arcuri
Editora: Sextante
Preço: R$ 29,90
Sinopse: A youtuber Nathalia Arcuri conta como se tornou milionária aos 32 anos, largando o emprego de repórter de TV e montando o canal Me Poupe no Youtube. O livro é dividido em dez passos “para nunca mais faltar dinheiro no seu bolso”, com exemplos práticos, planilhas e exercícios.
Obra: MENINAS NORMAIS VÃO AO SHOPPING, MENINAS IRADAS VÃO À BOLSA
Autor: Mara Luquet e Andrea Assef
Editora: Saraiva
Preço: R$ 19,90
Sinopse: Jornalistas especializadas em economia tratam das armadilhas do consumismo e como fazer investimentos rentáveis na bolsa de valores.


Obra: 
O INVESTIDOR INTELIGENTE
Autor: Benjamin Graham
Editora: Harpercollins
Preço: R$ 52,90
Sinopse: O autor é considerado um guru dos investimentos, por ter criado o conceito “valor de investimento”, alertando os investidores sobre erros graves e como desenvolver estratégias de longo prazo. Desde sua primeira publicação, em 1949, é um clássico da educação financeira para ganhar dinheiro na bolsa.
Fonte: Jornal Estadão
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Torrei minha grana no Uber. Como eu pago o cartão agora?

Quem nunca pegou várias corridas baratinhas no aplicativo e viu que, no fim do mês, a soma consumiu uma grana considerável? Esses serviços têm grande apelo entre os jovens por serem uma opção razoavelmente barata, mais rápida e confortável do que o transporte público. O problema é que alguns perdem o controle dos gastos que fazem, uma vez que as corridas são acumuladas no cartão de crédito e poucos se preocupam em consultar o histórico fornecido pelos próprios aplicativos.

“Quando caia a fatura, eu ficava zerada no banco”, lembra a estudante de Letras Beatriz de Carvalho, de 22 anos, que passou por essa dificuldade em 2015. “Virou uma bola de neve que eu só consegui resolver quando eu recebi o décimo terceiro salário.”

A universitária começou a usar o Uber com mais frequência quando conseguiu o primeiro emprego em uma loja. E o que parecia ser o início de sua independência financeira virou o exatamente o contrário.  “Nessas de ‘Ah, mas é tão barato’ ou ‘É só desta vez, não vai sair tão caro’, eu acabei gastando demais com Uber”.

Hoje, a jovem conta que controla melhor o uso dos aplicativos e estabelece uma meta do valor que pode usar por mês.  Uma boa decisão, uma vez que os gastos que os brasileiros em geral têm com transporte já são altos. Os gastos com transporte correspondem a 18,4% das despesas totais das famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos, de acordo com levantamento feito a pedido do Estado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Isto inclui despesas com transporte público (4,6%), veículo próprio (8,1%) e combustíveis (5,7%), considerando os pesos na estrutura do IPCA de junho.

Segundo o educador financeiro Uesley Lima, fundador do Grupo The One, a melhor distribuição é gastar algo em torno de 15% da renda. “Realizar as atividades cotidianas com o meio de transporte mais barato ajuda no bolso.” Lima, no entanto, afirma que não existe um número mágico, pois devem ser levadas em consideração as condições de transporte existentes onde a pessoa mora e a localidade.

A relações públicas Beatriz Gaidys, de 22 anos, chegou a usar bem mais do que esse percentual.  “Ganhava um salário mínimo e gastava mais de 80% com Uber. Quando vi a fatura, fiquei em choque”, diz. Mesmo depois do prejuízo no primeiro mês de trabalho, Beatriz repetiu o erro no seguinte. A jovem só se livrou do problema quando saiu do estágio. Hoje, apesar de trabalhar em casa, o aplicativo continua sendo um perigo para o seu orçamento. “É uma comodidade. As corridas parecem não ser tão caras e é difícil ter controle dos gastos quando não sai direto da sua conta.”

Hoje, o jovem dá mais valor às experiências do que a bens materiais. Além do conforto e liberdade, com o Uber ele não precisa ficar desconectado”, diz Paula Sauer, economista

A economista e planejadora financeira Paula Sauer lembra que, antigamente, fazer 18 anos significava ganhar um carro, ter status e liberdade. “Hoje, o jovem dá mais valor às experiências do que a bens materiais. Além do conforto e liberdade, com o Uber ele não precisa ficar desconectado”, diz. Segundo ela, os aplicativos não têm a “dor” do pagamento. Por isso, o usuário tem a sensação de que está gastando pouco.

Essa mudança de cultura a que Paula se refere está refletida na queda de 38% no número de pessoas de 18 a 21 anos que pedem a primeira carteira de habilitação, que passou de 239 mil, em maio de 2014, para 150 mil, no mesmo mês deste ano.  No Estado de São Paulo, a queda foi de 25% neste período.

A educadora financeira da DSOP Cíntia Senna diz que é necessário ter planejamento para não cair na armadilha de gastar sem sentir. “Geralmente, temos a mesma rotina no mês, os mesmos padrões de locomoção. Isso pode ajudar a criar um padrão de gastos”, explica.

A falta de controle dos gastos com o Uber pode se tornar uma complicação ainda mais séria. O universitário Erick Gomes, de 22, começou a ultrapassar o limite do cartão logo no início do mês. “Tive de replanejar meus gastos. Não tinha outra escolha.”

Uma questão importante é o limite do cartão de crédito não ser mais alto do que a renda, lembra a educadora financeira Cíntia. “A ideia é sempre se planejar antes e traçar metas de gastos”, afirma a especialista. “O que é muito importante para o jovem que está aprendendo a lidar com a própria renda é criar um hábito financeiro de saber com o que está gastando e não deixar só para descobrir no momento que tem que pagar.”

Os próprios aplicativos têm uma aba que permite visualizar quanto a pessoa gastou em cada uma de suas viagens. Bastaria colocar esses dados em uma planilha ou mesmo em um caderninho para fazer um controle exato das corridas. A assessoria de imprensa do Uber afirma que não consegue informar o gasto dos jovens no aplicativo porque não coleta dados sobre a idade dos usuários. A empresa não divulga dados sobre o valor médio das corridas.  “O serviço que o aplicativo oferece para acompanhar os valores gastos são os e-mails enviados após o término da corrida”, informa a assessoria.

Veja como economizar

VAH: O aplicativo funciona como um comparador de preços e mostra por qual serviço a corrida desejada vai sair mais barata. Acesse o site do aplicativo VAH para mais informações.

Leve-me: Além de confrontar os preços entre os aplicativos de transporte, mostra as melhores opções de rotas entre os transportes públicos — ônibus, metrô e trem — e bicicleta. Acesse o site do aplicativo Leve-me para saber mais.

 

Fonte: Jornal Estadão

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Cuidado com as parcelas no cartão para não ficar com o nome sujo na praça

Seu sonho de consumo está ali, na vitrine. Só que o valor escrito na etiqueta não combina em nada com o que pode pagar. É nesta hora de dúvida entre o que deve ou não fazer que você ouve aquela voz – do vendedor ou do seu inconsciente: “Compra, dividindo não fica pesado”. Com o cartão no bolso e vários meses para pagar, a tentação das parcelinhas se torna irresistível para muitos jovens de 18 a 24 anos. Nessa faixa de idade, 70% têm cartão e 33% não evitam o parcelamento, mesmo que isso comprometa o orçamento, segundo pesquisa realizada pelo SPC e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

“Aproveitei uma promoção em uma loja e parcelei o celular em 20 vezes. Uma loucura”, lembra a universitária Thayane Dantas, de 23 anos, que fez a compra assim que ganhou seu primeiro cartão. “Foi o maior gasto que já tive.” Ela, que tinha como renda apenas a mesada, se comprometeu com uma aquisição a longo prazo, sem ter um planejamento de como faria para pagar.

Ela ficou algum tempo sem receber mesada e a situação se complicou. “Tive de me virar para pagar algumas parcelas que restavam no meu cartão. Comecei a vender umas roupas que eu não usava mais para poder pagar os boletos.”

Para o comerciante receber o valor a vista é muito mais seguro, então ele embute juros no preço final para evitar perdas”, alerta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil

Ainda assim, Thayane conseguiu resolver tudo sem cair no crédito rotativo, que é o “empréstimo” que passa a constar na fatura quando ocorre atraso ou pagamento da parcela mínima. Quase a metade dos jovens de 18 a 34 anos já ficou com o nome sujo na praça por atraso no pagamento da fatura do cartão, de acordo com outra pesquisa do SPC e CNDL sobre uso do cartão de crédito, feita em junho deste ano.

O rotativo era a modalidade de crédito mais cara do mercado. Os juros batiam em 460% ao ano no Brasil até março de 2017, algo como 15% ao mês. Hoje está em torno de 9,8% ao mês, conforme a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Isso porque, desde abril do ano passado, o Conselho Monetário Nacional definiu que quem optasse por pagar o valor mínimo da fatura do cartão só poderá ficar na modalidade por 30 dias. Depois, teria de ser redirecionado pelo banco onde tem conta corrente para outra forma de empréstimo. Ainda no esforço de controlar o endividamento da população com o cartão de crédito, o CMN baixou outra resolução, que passou a vigorar em 1º de junho deste ano, tornando extinto o pagamento mínimo de 15% da fatura.

Como efeito dessas medidas, a taxa de inadimplentes – de todas as faixas etárias – no cartão caiu de 8,4% em março de 2017 para 6% em janeiro de 2018, segundo a Abecs. “O rotativo, que representava 1,2% do volume de crédito da pessoa física, hoje representa 0,8%”, diz o diretor-executivo da Abecs, Ricardo de Barros Vieira. “O que está crescendo é o parcelamento com juros, que, obrigatoriamente por força das novas regras, deve ter taxas menores que a do rotativo.”

Vieira lembra que o usuário deve ser consultado sobre o parcelamento, ou seja, a operadora do cartão não pode fazer isso automaticamente. “O operador pode cobrar taxas diferentes de juros para os clientes conforme a análise de risco. Mas os juros do parcelamento devem ser menores que o do crédito rotativo e o cliente deve se manifestar sobre a adesão”, explica.

O parcelamento com juros, que ele cita, é quando o banco oferece uma linha de crédito para esse cliente, porém com juros semelhantes aos de outras modalidades – e não aqueles estratosféricos de antigamente.

| Foto: Rafaela Macau/Arquivo pessoalRafaela Macau está posando para a foto sentada em uma cadeira. Ela veste blusa branca com blazer preto e calça vinho. O cabelo é castanho e está solto. Fim da descrição.
Rafaela Macau teve de pegar um empréstimo para quitar a dívida com o cartão

Foi o que aconteceu com a assistente de qualidade Rafaela Macau, de 24. Ela viu que não conseguiria pagar o valor integral da conta de cartão de crédito no ano passado. “Precisei pegar empréstimo no banco e parcelar a fatura do cartão de crédito”, contou ela, que fez a modalidade de empréstimo ainda sob o regime das regras anteriores. Com mais prestações para pagar que antes, Rafaela fez o possível para resolver a situação e poder voltar à sua rotina financeira. “Quando recebi um dinheiro extra, quitei as despesas, liquidei antecipadamente o empréstimo e ainda consegui abater os juros”, comemora.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, recomenda atenção com as compras parceladas ditas sem juros presentes em algumas lojas. “A compra a prazo com certeza embute algum juros, mesmo que não esteja anunciado. Para o comerciante receber o valor a vista é muito mais seguro, então ele embute juros no preço final para evitar perdas”, alerta.

Mas o cartão de crédito pode, sim, ser bem utilizado, diz o professor Jefferson Bueno, gerente da escola de negócios da Unisuam, do Rio de Janeiro. Entender o que é um consumo essencial e o que pode ser esporádico, é o caminho para usar as vantagens do cartão a seu favor. “Se o jovem não tem a renda disponível para o consumo imediato, ele pode planejar melhor a aquisição de um determinado bem”, diz Bueno.

O cartão tem benefícios adicionais ao ser utilizado para planejar compras do cotidiano, como alimentos, bebidas e higiene. Segundo levantamento da Kantar Worldpanel, em dez anos a utilização dessa modalidade de pagamento no Brasil mais do que dobrou – era 27% em 2007 e chegou a 2017 em 64%. Uma das conclusões do estudo é que o parcelamento permite que as pessoas adquiram produtos de rápido consumo de maneira que caibam em seus orçamentos.

Dicas para não se enrolar

Saiba como usar o cartão de crédito de forma mais consciente e alinhada com sua renda, com as dicas de do presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos:

  1. Não gaste mais do que ganha. É preciso ficar atento para que o limite do cartão de crédito não ultrapasse 30% do salário ou ganho mensal. Além disso, o ideal é ter apenas um cartão
  2. Cuidado com o parcelamento. Com essa grande facilidade, o endividamento, infelizmente, acaba se tornando uma realidade. Nesse caso, é preciso ter o comprometimento para arcar com essa despesa durante os meses futuros
  3. Evite pagar só o mínimo. Um dos maiores erros cometidos em relação ao cartão de crédito é pagar a parcela mínima. As taxas de juros cobradas são muito altas, o que acaba levando à inadimplência. Caso não consiga pagar a parcela total, procure outra linha de crédito que não ultrapasse 2,5% ao mês
  4. Negocie a anuidade do cartão. Hoje, é possível encontrar cartões que não cobram nenhuma taxa de manutenção. Também se você possui investimentos no banco, dependendo do limite pode ficar isento de anuidade.
  5. Não empreste. Nunca empreste o seu cartão de crédito a outra pessoa, mesmo que seja conhecida. Nunca se sabe…
  6. Aproveite os benefícios. Há vantagens também em acumular pontos no cartão para trocar por milhagem ou prêmios. Mas lembre-se que essas vantagens têm data de validade, portanto é preciso ficar atento para não perder os prazos.
  7. Evite compras por impulso. Com o bombardeio diário de ofertas e oportunidades, muitas vezes os jovens se deixam levar e adquirem um serviço ou produto que nem sempre é necessário. Para que isso não aconteça, é preciso se perguntar antes de qualquer compra: “Eu realmente preciso disso?” “Eu terei como pagar a fatura no mês seguinte?” “Estou comprando por vontade própria ou me deixando levar pelas propagandas?”
  8. Pesquise crédito. Caso não consiga pagar a fatura total do cartão no vencimento, faça, imediatamente, um diagnóstico financeiro para descobrir o verdadeiro problema e busque uma linha de crédito com taxas de juros mais baixosO gráfico mostra a variação da taxa de juros rotativo no cartão de crédito de março de 2017 a março de 2018. O período de um ano analisado mostra o efeito da mudança nas regras do cartão de crédito na taxa de juros rotativo. (Colaborou Isadora Duarte

Fonte: Jornal Estadão

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EDUCAÇÃO FINANCEIRA: o exemplo educa

 

Atitude dos pais influencia comportamento dos filhos em relação ao dinheiro

Jaime relata manter um bom controle de seus recursos financeiros. Não utiliza crédito, não parcela compras e nunca usou o rotativo do cartão de crédito ou cheque especial. Seus gastos, realizados sempre e somente com recursos disponíveis, são planejados com antecedência. Apesar de todo esse controle e, provavelmente, em razão dele, nunca privou a si mesmo ou à família de educação e bem-estar, duas de suas prioridades. Entretanto, confessa muita dificuldade na interação com a filha adolescente quando o assunto é dinheiro.

Não são pequenos o esforço e o investimento de Jaime para proporcionar à filha uma das melhores universidades da cidade, convencido de que esse investimento será valioso na carreira e na vida dela.

Definido pela filha como um cara chato e pão-duro, ele não consegue, com o seu exemplo, modelar o comportamento da filha, cujos prazeres e quereres são inesgotáveis. Acontece que os hábitos de consumo da mulher do Jaime são bem diversos dos dele. Raramente conversam sobre o assunto dinheiro e, quando conversam, invariavelmente o papo termina em discussão. Ela trabalha, tem própria renda e acha que pode gastar o dinheiro como bem entender. Com frequência comete excessos e recorre a linhas de crédito para pagar as contas.

É evidente que a filha escolhe o exemplo mais conveniente. Além de entender melhor as vontades e as necessidades femininas, a mãe pega muito mais leve do que o pai e raramente nega alguma coisa para a filha.

Convenceu a esposa de que deveriam entregar uma mesada para a filha, suficiente para pagar as despesas de transporte e alimentação fora de casa, e um valor excedente que ela deve decidir como e quanto gastar, sem a necessidade de pedir dinheiro para os pais.

O acordo, entretanto, não tem sido respeitado. A filha não se contenta com o dinheiro que tem e pede mais. O pai recusa e argumenta que ela deve esperar a próxima mesada.

A mãe se rende aos queixumes da filha e libera a grana. Muito pouco se importa com o amanhã —a hipótese de perder o emprego e a renda que hoje patrocina a gastança não passa pela sua cabeça.

É possível que cometa esses abusos ciente de que o marido, controlado como ele só, vai garantir o sustento da família se alguma coisa der errado.

Jaime sabe que essa gastança desenfreada, com coisas fúteis, compromete a acumulação de reserva financeira necessária para o futuro.

Como existe gasto exagerado de um lado, ele aperta o cinto do outro, tentando compensar para fechar o mês no saldo positivo.

A conta financeira pode fechar, mas a afetiva, a emocional, fica comprometida com esse embate silencioso e prejudicial para a família como um todo.

Jaime tem consciência de que a reserva financeira para o futuro está crescendo muito pouco, basicamente em razão dos juros da aplicação financeira, já que não tem feito novos aportes. Tem consciência de que a reserva financeira está aquém da desejável. Teme pelo futuro financeiro da família se não conseguir mudar a forma de pensar da esposa e da filha.

Um argumento derradeiro será colocado na mesa: se a filha continuar torrando o dinheiro com a conivência da mãe, vai faltar dinheiro para bancar a sobrevivência dos pais quando a maior idade chegar. E os pais serão dependentes da filha.

Essa perspectiva assustadora talvez consiga impactar e promover a mudança de comportamento necessária nessa família.

 

Fonte:  Marcia Dessen

Os Planos de Benefícios administrados pela Mutuoprev podem ajudar você a realizar os seus sonhos e projetos futuros.

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Educação Financeira nas escolas é exigência da BNCC

Você sabia que a educação financeira nas escolas é uma das habilidades obrigatórias entre os componentes curriculares? A regra é da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece referências para o ensino no Brasil.

Centenas de escolas em todo o País já ensinavam educação financeira para crianças e jovens antes mesmo de virar regra. O tema é abordado em sala de aula de forma comportamental. Recursos lúdicos ensinam a poupar para conquistar sonhos, com base no Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas.

Em minha rotina, ouço muitos adultos dizerem que gostariam de terem tido educação financeira na infância e na juventude. E que se tivessem com certeza hoje lidariam melhor com o próprio dinheiro.

A situação atual é alarmante: 45% dos brasileiros não controlam as próprias finanças, segundo recente pesquisa da SPC Brasil e do CDNL. E a saída não está apenas em aprender a fazer cálculos e sim em adquirir hábitos e comportamentos sustentáveis.

Quando o tema é abordado na infância, em sala de aula, os resultados são positivos não apenas para as crianças, mas também para seus pais e responsáveis. Todos ganham, inclusive os professores e todo o corpo docente da escola.

No ano passado, cerca de 96 mil alunos aprenderam com o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas.

E na escola do seu filho, tem educação financeira?

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EDUCAÇÃO FINANCEIRA

 

Muitos acreditam que a Educação Financeira está relacionada às Ciências Exatas, com muitos cálculos e planilhas financeiras extensas, porém segundo o Dr. Reinaldo Domingos – PHD em Educação Financeira, autor de diversos livros e fundador da Metodologia DSOP – (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), conceitua como uma Ciência Humana. Regrada na mudança de hábitos, comportamentos, atitudes e disciplina, apesar de frisar a importância de uma planilha financeira para ajudar o indivíduo a buscar o seu equilíbrio financeiro, esclarece que as planilhas e os cálculos são importantes, porém não resolve o problema, “porque não promovem a transformação necessária”.(DOMINGOS,2012,pág,15).

A transformação é imprescindível desses aspectos comportamentais, para administrar e a gerir de forma saudável os seus rendimentos, ou melhor dizendo como cuidar do seu dinheiro, sendo a base para alcançar a sustentabilidade, o equilíbrio e a autonomia financeira.

Numa abordagem autêntica, clara e incisiva o autor Reinaldo Domingos em seu livro “Terapia Financeira realize seus sonhos com Educação Financeira” explora o processo de autoanálise e de conscientização para garantir a sustentabilidade financeira, valorizando a descoberta do seu “Eu Financeiro”, tendo um olhar intrínseco, mais detalhado, minucioso e voltado ao Ser humano.

De acordo com o autor Reinaldo Domingos:

“A Educação Financeira é uma ciência humana que busca a autonomia financeira fundamentada por uma metodologia baseada no comportamento, objetivando a construção de um modelo mental que promova a sustentabilidade, crie hábitos saudáveis e proporcione o equilíbrio entre o SER, o FAZER e o TER, com escolhas conscientes para a realização de SONHOS”. (DOMINGOS, 2012)

Os avanços da tecnologia a chamada “Globalização”, a integração cultural, social, política, geográfica, econômica, facilitou muito na comunicação e isso contribuiu para nos tornamos seres imediatistas. Pensamos sempre no momento presente, queremos tudo no agora e muitas vezes não nos preocupamos com o amanhã. E para disfrutar todas as fases da vida com qualidade, precisamos nos conscientizar que a Educação Financeira é primordial para a realização de todos os sonhos, e o único responsável pela transformação é somente o “Ser”, pois as decisões que tomamos ao longo da vida, nos impulsionarão ou influenciarão para termos um futuro próspero.

Até bem pouco tempo atrás o tema Educação Financeira não era abordado em sala de aula, não sendo tratado no seio familiar e tão pouco em nenhuma etapa da vida foi ensinada como cuidar melhor do dinheiro.  Somente a partir de 2010 com a criação do ENEF- (Estratégia Nacional de Educação Financeira), essa disciplina foi acrescentada na grade curricular e a real importância da evolução em finanças pessoais.

Segundo o autor “ter dinheiro é uma questão de autoconhecimento”, onde o mesmo propaga a cultura financeira com seriedade, a sensibilizar o indivíduo, a sua família sobre a relevância do guardar, do reter, do poupar e ter dinheiro para realização dos seus próprios objetivos, seja eles a curto, médio ou longo prazo.

Tendo como princípio básico priorizar em primeiro plano os Sonhos, pois é o alicerce para concretização das conquistas, é a base estrutural e alimentá-los será essencial, pois segundo o autor “Sem sonho, sem desejo, o ser humano simplesmente para de crescer, progredir e prosperar”.(DOMINGOS, 2012,pág. 60).

O autor e fundador da Metodologia DSOP retrata e demonstra com uma metodologia simples e de fácil entendimento a importância da Educação Financeira, por meio dos seus quatro pilares que consiste em: Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar, premissas essas que foram relevantes na construção da sua história de vida e do seu sucesso financeiro.

Tendo como objetivo principal a mudança de atitudes, hábitos, a levarem o empoderamento financeiro e a construir indivíduos “capazes de identificar e posicionar-se frente às transformações econômicas, tornando-as aptas a fazerem escolhas conscientes e desenvolvendo uma prática educativa planejada”. (DOMINGOS, 2012,). Considerando os quatro pilares:

Diagnosticar: é essencial para entender a epidemia como um todo, e identificar a real situação financeira do individuo será fundamental para analisar minuciosamente o seu desequilíbrio financeiro nos mínimos detalhes e eliminar os denominados supérfluos.

Sonhar: é o eixo principal, para potencializar e despertar no âmago – (íntimo de um indivíduo), a essência do “Ser” e os “Sonhos” serão fundamentais para alcançar o seu desenvolvimento, o seu aprendizado como pessoa, suas metas e  suas conquistas, ao longo da vida.

 

Orçar é estabelecer as etapas, os recursos, planejar, pesquisar, avaliar, elaborar o orçamento e estratégias para a concretização dos sonhos e cortar os gastos desnecessários adequando ao seu padrão de vida.

 

Poupar é o último pilar da metodologia DSOP, ensina como ter bons rendimentos, definir o destino do dinheiro guardado a curto, médio e longo prazo, saber aonde investir e administrar corretamente suas finanças, pois segundo o autor “acumular por acumular não faz sentido.” Guardar dinheiro só faz sentido se for para realizar sonhos”.(DOMINGOS, 2012, pág.86).

Enfim o autor faz uma surpreendente reflexão na qual a transformação começa com o próprio “SER”, buscando o autoconhecimento, a conscientização, atitude, disciplina, perseverança em sua vida financeira e praticar anualmente os ensinamentos da Metodologia DSOP. Isso será imprescindível para garantir sua autonomia e a tão sonhada independência financeira.

 

 

Referências:

DOMINGOS,       Reinaldo. Terapia Financeira realize seus sonhos com Educação Financeira, -.São Paulo – Editora DSOP Educação Financeira, 2012. ­­­

 

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